Breathe in. Breathe out
Ontem, sob a ótica de um novo dia, parece menos pior do que realmente foi. Ou realmente não foi tão ruim assim?
Acho que foi, pelo menos para quem estava vestindo a minha pele e pensando meus pensamentos e sentindo a minha já-costumeira-enxaqueca-dominical. Não quero nunca mais uma noite daquelas. Uma semi-noite, uma semi-vida, um inteiro desespero. Um inteiro desencanto, um inteiro desalento.
Uma manhã silenciosa, calada, úmida de madrugada e de lágrima e a visão aterorizante de um dia inteiro pela frente.
Mais uma manhã, daquelas que se tem que lembrar de respirar ao levantar, e passar todo o dia comandando seus pulmões a continuarem e suas pernas a se moverem. E fechar os olhos à noite vai ser a última ordem dada. Por hj.
Infelizmente não controlo nada além dessa pele.
A música que estou ouvindo me diz "Chega de fingir, eu não tenho nada a esconder....Acredite num final feliz". Inconcebível.

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