Folga Cultural
Só p/ constar: são 24h24, eu estou escrevendo diretamente (do mundo da lua) do hotel. Esperando ansiosamente o senhor Fabrício Curupira que vai me dar uma carona p/ casa. Aparentemente está um frio horrível lá fora e eu aqui de saia, pós-almoço na casa da tia Denise. Sobre este, detalhes depois.
Sexta, depois de um dia basicamente inutilizado, fui com meus pais, o Moacyr, o sobrinho dele Pedro e a Vera Helena, colegas de mamis do trabalho, na apresentação da Osesp na Sala São paulo, com uma violinista solo japonesa, tamanho PP.
O repertório não era dos meus preferido, porém, toda apresentação de orquestra me impressiona.
A música parece vir das colunas, os braços dos instrumentistas se mexem, mas o som não está vindo dos instrumentos. Se vc fechar os olhos, a música está nos seus pés, nos seus dedos, um surdo retumbante no seu estômago. Impressionante, delirante, hipnotizante. A imagem da orquestra sai de foco, o maestro pula sozinho, o violino solo da japonesinha está tão baixo, tão fino, delicado, que vem do coração dela, pequenino.
São as imagens na minha mente que saem de foco também e se misturam ao mundo.

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